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O Acidente Vascular Cerebral (AVC), conhecido popularmente por derrame, é provocado por um distúrbio na circulação sangüínea no cérebro. Isto acarreta em um déficit (diminuição das funções) neurológico que pode persistir por até 24h. Quando este déficit dura mais do que isso, ele, na maioria dos casos, provoca danos irreversíveis.
Existem dois tipos de AVCs, o isquêmico e o hemorrágico. O primeiro é caracterizado por uma interrupção do fluxo sangüíneo em uma região específica do cérebro causando problemas somente nela. Já o segundo, provoca outras conseqüências como o aumento da pressão craniana (devido a maior quantidade de sangue no crânio) e edemas (inchaços) cerebrais, com conseqüências não somente em regiões específicas.
Os sintomas são vários, dependendo do tipo de AVC que a pessoa sofrer. Uma fraqueza aguda, dormência ou perda sensitiva em alguns dos membros, ou na face, é sinal de uma isquemia em uma região ou hemisfério do cérebro. Também é característica deste tipo de acidente a perda da fala, ou o falar com dificuldades, como a afasia. Quando o acidente é hemorrágico, além dos sintomas acima ocorrerem mais rápidos e agudos, podem ocorrer convulsões que levam o paciente ao coma.
Existem vários fatores de risco, que induzem à doença. O tabagismo, hipertensão, doença cardíaca, a diabete, a fibrilação atrial e qualquer outro mal que facilite a formação de coágulos no sangue.
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